Que saudade de Saquarema, de tua beleza, bela por natureza
Do céu estrelado, mais brilhante que um caro diamante lapidado
Das praias aconchegantes de ondas bravas e quiosques raros
Da lagoa calma no paradoxo com os namorados ardentes que fazem suar
O saudade que bate, mas num deixa abatido
Ah o soar, soando o suor do sino
Badalando as seis em ponto como se fosse obra do destino
Que beleza de Igreja feita sobre a pedra
Com um cemitério de luxo, de vista para o mar e tudo
O saudade que bate, mas num deixa abatido
Que saudade de Saquarema, da boemia, marchas e cantorias
A voz alta no canto da praça bota os foliões na alegria
Festejando, pulando, sambando ou tentando
Atrás do bloco que vai andando indo
O saudade que bate, mas num deixa abatido
Que saudade de Saquarema, daquela tarde, daquele carinho
Feito por você e aquele belo sorriso
Onde andas tu, que não vejo a tempo
Onde andas eu e meus maus exemplos?
O saudade que bate e bate sem sentido
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