terça-feira, 4 de setembro de 2007

Saquarema da saudade.

Que saudade de Saquarema, de tua beleza, bela por natureza
Do céu estrelado, mais brilhante que um caro diamante lapidado
Das praias aconchegantes de ondas bravas e quiosques raros
Da lagoa calma no paradoxo com os namorados ardentes que fazem suar

O saudade que bate, mas num deixa abatido

Ah o soar, soando o suor do sino
Badalando as seis em ponto como se fosse obra do destino
Que beleza de Igreja feita sobre a pedra
Com um cemitério de luxo, de vista para o mar e tudo

O saudade que bate, mas num deixa abatido

Que saudade de Saquarema, da boemia, marchas e cantorias
A voz alta no canto da praça bota os foliões na alegria
Festejando, pulando, sambando ou tentando
Atrás do bloco que vai andando indo

O saudade que bate, mas num deixa abatido

Que saudade de Saquarema, daquela tarde, daquele carinho
Feito por você e aquele belo sorriso
Onde andas tu, que não vejo a tempo
Onde andas eu e meus maus exemplos?

O saudade que bate e bate sem sentido

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