Eu quem pensei que estava morta
Ao retornaste triunfante
Que surpresa! Que semblante!
Jubilante a toda hora
Canta, grita, fala, chora
Tão real que cartomante
Que retorno! Que distante!
De outrora já sem mágoa
Novos ares hão de soprar
Por tua presença exultante
Que esperança! Que excitante!
A chance de recomeçar
Devemos então brindar
A volta da viajante
Que alegria! Que instante!
Ideal para se recordar
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2 comentários:
Saudade...
vai lá no meu, postei um escrito novo... nao eh poesia...
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