segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Viajante

Eu quem pensei que estava morta
Ao retornaste triunfante
Que surpresa! Que semblante!
Jubilante a toda hora

Canta, grita, fala, chora
Tão real que cartomante
Que retorno! Que distante!
De outrora já sem mágoa

Novos ares hão de soprar
Por tua presença exultante
Que esperança! Que excitante!
A chance de recomeçar

Devemos então brindar
A volta da viajante
Que alegria! Que instante!
Ideal para se recordar

2 comentários:

Desabafos s.a. disse...

Saudade...

Desabafos s.a. disse...

vai lá no meu, postei um escrito novo... nao eh poesia...